Blog - HCP - Hospital de Câncer de Pernambuco

Blog

reuniaouro3.jpeg

 

Realizadas de forma online, as reuniões clínicas da Urologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) têm apresentado grandes resultados. A cada semana, os profissionais se reúnem para discutir o que há de mais atual na urologia, com objetivo de fortalecer a qualidade técnica e assistencial da instituição. Na última quinta-feira (7), mais de 100 especialistas de vários países participaram de uma aula sobre vigilância ativa no câncer de próstata, ministrada pelo renomado urologista canadense Laurence Klotz, criador da técnica e professor da Universidade de Toronto.  

Na ocasião, foram debatidas as perspectivas e novidades do método, que consiste em oferecer um tratamento menos invasivo para pacientes com câncer de próstata de baixo risco, tumor não agressivo e que não costuma causar metástase, caracterizado pelo PSA baixo. “Na vigilância ativa, o paciente diagnosticado com câncer de próstata de baixo risco é acompanhado por um urologista de 3 em 3 meses, que, através do PSA, do toque retal e de métodos de imagem, faz a vigilância do tumor”, explica o urologista do HCP, dr. Luiz Henrique. “O maior benefício trazido pelo método é evitar ou postergar o uso de procedimentos oncológicos ativos, como cirurgia de retirada da próstata ou radioterapia, os quais, muitas vezes, causam disfunção erétil e incontinência urinária”, afirma. Em outras palavras: por ser um tumor não agressivo, no lugar de ser submetido a formas convencionais de tratamento oncológico, o paciente passa a ser acompanhado por um urologista sem que isso cause grandes impactos em sua qualidade de vida.

Os estudos realizados pelo professor Laurence Klotz apontam para a eficácia do método: em 15 anos, 99% de pacientes acompanhados por vigilância ativa estavam vivos. O método é seguro até mesmo para pacientes cujo tumor apresente progressão em algum momento: “Como o paciente está sendo vigiado, caso haja progressão do tumor da próstata de baixo risco, o médico irá avaliar a melhor conduta para esse paciente”, explica dr. Luiz Henrique, que lembra importância da aceitação e compromisso por parte do paciente para um bom resultado. 

A vigilância ativa já faz parte dos protocolos do HCP. Além de capacitar e atualizar a equipe de urologia, a reunião clínica trouxe ainda mais visibilidade para o serviço de referência prestado na instituição. “A reunião foi um grande marco para o HCP. Com eventos como esse, o departamento de Urologia do HCP tem alcançado grande reconhecimento. Além disso, estamos sempre em atualização para proporcionar o melhor para nossos pacientes”, disse o médico.

 

reuniaouro2.jpeg

ANA-CLARA.jpg

Em homenagem ao Dia das Mães e ao Dia Internacional da Enfermagem, comemorado no próximo dia 12 de maio, nós do HCP fizemos uma justa homenagem para nossas mamães enfermeiras. Confira histórias de algumas mulheres da nossa instituição,  que representam todas as que dedicam suas vidas a cuidar do próximo, mas que em suas casas, dedicam seu tempo para uma das profissões mais lindas e cheias de amor - ser mãe.

Ana Clara Farias (33 anos) fez uma escolha na vida. "A missão de cuidar, de olhar pelo próximo e tentar fazer a diferença na vida de alguém no momento mais difícil dessa pessoa", é assim que Ana descreve sua escolha pela enfermagem. Funcionária do HCP há um ano e quatro meses, encara seu trabalho na instituição como um de seus maiores desafios. "Aqui os pacientes e seus familiares estão no momento de maior fragilidade, devido a essa doença devastadora, mas por outro lado o clima de solidariedade, carinho e humanização faz dessa instituição um lugar abençoado e diferenciado".

Mesmo ajudando a salvar vidas em seu trabalho, é em casa que Ana diz se sentir especial. "Lá eu me sinto completa, é onde encontro a maior e melhor das missões, minha filha Luana, de cinco anos. Ela é a minha realização, me traz sensação de plenitude, é quando você entende o que é amor incondicional", relata.

Como profissional de saúde, passar por essa pandemia está sendo uma batalha para Ana. "Estou tomando todos os cuidados necessários. Minha preocupação agora é com a minha filha está se sentindo com a minha ausência, mas graças a Deus a tecnologia está ao nosso lado, e as chamadas de vídeo viraram minha principal aliada até isso tudo passar", deseja.

Manuela.jpeg

 

"Uma das mais belas profissões que existem, por que é através dela que podemos ajudar o próximo" - é assim que Mariana Abreu (32 anos) descreve sua escolha pela enfermagem. Funcionária do HCP há cinco meses, diz que foi na instituição onde aprendeu a importância de um sorriso.  "Só tenho que agradecer a oportunidade de trabalhar aqui. Meus pacientes me mostram diariamente que uma notícia ruim não é motivo para perder a esperança e que uma coisa tão pura e singela como o sorriso no rosto pode mudar tudo. Serei eternamente grata por esse aprendizado".

Para Mariana, ser enfermeira não é fácil, mas ser mãe e enfermeira é mais difícil ainda. Com três filhos - Maria Klara (14 anos), João Gabriel (8 anos) e Marina (1 ano) - a rotina é muito cansativa, mas também muito prazerosa. "Pela nossa rotina de plantões, acabamos perdendo muitos momentos importantes, como aniversários, festas da escola, até Natais e Ano Novo, mas é recompensador quando estamos em casa todos juntos. Agora, com essa pandemia, preciso ficar distantes deles, mas sei que tudo isso é passageiro. Tenho fé em Deus que vai passar logo e poderemos ficar juntinhos novamente", fala. 

 

ANA-PAULA.jpg

 

Trabalhar na área da saúde sempre foi um desejo de Ana Paula Maranhão. Desde criança, gostava de ajudar e cuidar das pessoas e, quando cresceu, tornou essa vontade sua profissão. Por anos, trabalhou como técnica de enfermagem, mas quando teve a oportunidade, cursou a faculdade e, desde 2010, trabalha como enfermeira do HCP. "Sempre foi meu desejo trabalhar nesse hospital. Quando passava em frente, dizia para todos que um dia trabalharia aqui. Agora, esse sonho já é uma realidade", diz Ana.

Chegar até onde sonhou nunca foi fácil. Mãe de dois - Brenno Fernando (23) e Bianka Adrielly (18), precisou abdicar do tempo com eles para estudar e proporcionar conforto para a família. "Fiquei viúva muito cedo e precisava sustentar a casa. Graças a Deus pude contar com a ajuda dos meus pais, que ficavam com eles enquanto eu trabalhava nos plantões à noite e estudava de dia. Ser mãe foi um sonho realizado, ter filhos saudáveis foi uma glória, mas não era fácil, por que eu precisava trabalhar, mas sempre que podia, trocava os plantões para participar das festinhas deles. Hoje, meus filhos são adultos, já sou avó e podemos aproveitar mais juntos, com o conforto que batalhei muito para conseguir", lembra.

EMANUELA.jpg

 

Emmanuella Araújo (37 anos) define sua escolha pela enfermagem como sua vocação. "Sempre gostei de cuidar do meu irmão e das minhas bonecas. Quando  criança, precisei fazer uma cirurgia, e fui muito bem cuidada por uma "tia" que me disse  ser enfermeira. Depois disso, dizia a minha mãe que seria enfermeira também e aqui estou eu. Deus me honrou", lembra Emmanuella, hoje supervisora de enfermagem do HCP. "Aqui aprendi e aprendo a cada dia a importância de viver a vida e que o amor é essencial".

 

É com todo esse amor, que Emmanuella fala do filho Rafael (4 anos). "Ser mãe é amar sem limites, é ter alguém que te faça ser cada dia melhor e que renove suas energias, fazendo com que você seja mais forte e corajosa. Me preparei para ser mãe, já era enfermeira na época, mas nem por isso foi fácil, mas contei com a ajuda da minha mãe e sogra. Hoje, com a pandemia, estamos passando por momentos difíceis, estou ficando distante dele, sem beijar, sem abraçar, sem dormir agarradinhos, mas sabemos que é para nos protegermos e que logo tudo vai  passar", deseja.

DANIELE.jpg

 

Daniele Cristine Lopes (38 anos) escolheu a enfermagem por achar bonito cuidar do próximo, mas após 10 anos de profissão, acredita que o sentimento que a faz trabalhar todos os dias seja o amor. Há sete anos na equipe HCP, acredita que foi o emprego mais desafiador, mas também o mais recompensador. "No início, trabalhar aqui foi assustador e até pensei em desistir, mas ao mesmo tempo, aqui a gente aprende a valorizar mais a vida e reclamar menos dos problemas. Você aprende que o mais importante é ter saúde para conquistar os objetivos".

Ser mãe também foi uma conquista para Daniele. "Meu filho Daniel (6 anos) foi um presente para mim, descobri a gravidez no mês do meu aniversário. Ele nasceu quando eu tinha dois empregos, foi muito corrido conciliar a enfermagem e a maternidade, mas graças a Deus eu pude contar com o apoio dos meus pais. Ser mãe é um sentimento único, é amar alguém mais do que a si próprio. Ele é quem me fortalece para persistir pelos meus sonhos. Hoje, por causa pandemia, para proteger ele e meus pais, estamos separados, mas graças as vídeos chamadas, a gente consegue matar um pouquinho da saúde e trocar aquele eu te amo, até isso tudo passar, por que logo logo vai passar.

ANA-DAYSE.jpg

 

"Ser enfermeira muitas vezes é abdicar da sua própria família para cuidar da família dos outros", é assim que Ana Deyse Maria pessoa (40 anos) define a profissão que exerce há mais de 10 anos. Trabalhando na linha de frente contra o coronavírus, acredita que traz sua força de mãe para o trabalho. "Como muitas mães, não fujo da batalha. Durante essa pandemia, estou na missão de guerrear contra esse inimigo, o Covid-19, e tenho certeza que vamos conseguir".

 

Mãe aos 18 anos, Ana tem quatro filhos -  Gabriel (22), Kaio (17), Ana Sophia (9) e Marcelo (5), e também leva o seu amor de mãe para o seu dia a dia no hospital. "Sou a enfermeira que abraça e acalenta a família na hora de decisões que mudam nossas vidas para sempre. Esse não é o momento para isso, mas meu desejo é que tudo volte ao normal", deseja Ana Deyse.

 

inteligenciaartificial.jpg

Em meio à pandemia do Covid-19, uma notícia boa, a implantação da Inteligência Artificial (IA), disponibilizada pela startup Viziomed, que funcionará como apoio ao trabalho desenvolvido pelos radiologistas do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Em testes desde o início do mês de abril, a tecnologia tem a função de indicar, nos exames de imagem realizados na instituição, possíveis áreas e tecidos afetados pelo câncer.

A IA foi disponibilizada, gratuitamente, para todos os hospitais do Brasil, como uma solução que ajuda a detectar lesões respiratórias provocadas pelo COVID-19 por meio do Raio X de Tórax. No HCP, hospital de tratamento oncológico, o sistema vem sendo adaptado para auxiliar o trabalho dos radiologistas na avaliação dos exames de imagem. “O mecanismo serve como um olho extra. Gosto de relacionar com aquele colega de plantão que você pede uma segunda opinião”, explica o coordenador do serviço de Raio X e Ultrassom, Bosco Vieira.  

Segundo o gerente de TI do HCP, Abílio Correia, a tecnologia já se mostra promissora. “A tecnologia estará sempre em desenvolvimento. No momento, estamos trabalhando com os radiologistas na inserção de informações, que deixará a Inteligência Artificial cada vez mais assertiva. Já é possível verificar resultados bem expressivos e, em um futuro próximo, retornos para a instituição, como maior precisão nas avaliações e rapidez nos diagnósticos”, destaca.

em-meio-a-pandemia-jbs-doa.jpg

Com a pandemia do Covid-19, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) sofre com a redução no número de doações. Por ser uma instituição filantrópica, ou seja, depender da contribuição de pessoas físicas e jurídicas para oferecer tratamento de qualidade ao paciente com câncer, essa diminuição das doações poderá, em curto prazo, comprometer o funcionamento da instituição. Sabendo do momento crítico que o HCP vive, várias empresas estão auxiliando nesse momento de grande dificuldade - é o caso da JBS, através do seu programa “Fazer o Bem Faz Bem”, que se comprometeu a doar 2.800kg de carne de frango.

“A doação da JBS, através de sua unidade aqui no nosso estado, veio em um momento muito importante para a nossa instituição. A quantidade doada corresponde ao que utilizamos durante um mês para a produção de mais de duas mil refeições diárias, oferecidas para nossos pacientes, acompanhantes e colaboradores. Isso significa que, o valor que seria investido para a compra desse produto, poderá ser destinado a outras necessidades do HCP. Esperamos que essa parceria se estenda para depois dessa pandemia”, destaca Juliane Carvalho, gerente de captação de recursos e doações do Hospital de Câncer de Pernambuco.

O programa de responsabilidade social da JBS, “Fazer o Bem Faz Bem”, já doou mais de 200 toneladas de produtos, entre alimentos e itens de higiene e limpeza, além de equipamentos de proteção individual. O programa já realizou 495 ações, impactou quase 500 mil pessoas e beneficiou 247 instituições em 155 municípios de 20 estados brasileiros.

 

WhatsApp Image 2020-04-27 at 11.15.11.jpeg

O mês de abril é, também, mês de falar sobre o câncer de testículo, tipo de tumor maligno mais comum em homens com idade entre 15 e 35 anos. Embora preocupe por acometer jovens no período de maior atividade produtiva e reprodutiva, a doença possui alta possibilidade de cura, desde que descoberta na fase inicial. Por isso, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) alerta para a importância do diagnóstico precoce, que aumenta as chances de cura em até 95%. “Precisamos falar sobre o câncer de testículo. A informação é a chave para o diagnóstico precoce, que leva à cura”, pontua o urologista do HCP, dr. Luiz Henrique.

Pouco se sabe sobre os motivos que levam ao aparecimento do tumor, que surge a partir de mutações genéticas das células do testículo, órgão de produção dos espermatozoides e da testosterona. Em razão disso, não há formas diretas de prevenção. Sabe-se, porém, que alguns fatores, como criptorquidia – condição em que o testículo do embrião se desenvolve fora da bolsa escrotal – e uso de maconha  aumentam o risco da doença. “Crianças que nascem com essa condição devem ser acompanhadas por um urologista pediátrico, que irá avaliar a melhor solução, seja cirúrgica ou clínica”, diz o médico. 

A recomendação a todos os homens – seja ou não grupo de risco – é estar atento aos sinais, que são mais facilmente reconhecidos por meio do autoexame do testículo. Como explica dr. Luiz, “É necessário que todo homem realize o autoexame para identificar nodulações e irregularidades, que podem ser indício de câncer mesmo sem apresentar dor”. Além disso, é preciso estar atento a sintomas como aumento ou diminuição do tamanho do testículo, endurecimento e dor. “Ao identificar algum sinal, o homem deve procurar um urologista o mais rápido possível”, orienta o médico, “Quanto mais cedo o câncer de testículo for descoberto, maiores são as chances de cura”, conclui. 

Foi o que fez o estudante Hugo Serpa, que, após sentir fortes dores que não cessavam na região do testículo, procurou ajuda médica e recebeu o diagnóstico da doença, em 2017, quando tinha 20 anos. No primeiro momento, o susto causado pelo desconhecimento: “Esse tipo de câncer nunca passou pela minha cabeça. Nunca tive entendimento sobre o assunto. No começo, duvidei de mim mesmo dizendo que isso não existia”, lembra. “Depois do choque, com ajuda da minha noiva e da minha família, fui buscando entender até ficar bem e solucionar o problema. Tive uma conversa com meu urologista, dr. Luiz Henrique, e ele me ajudou bastante a esclarecer as coisas”, diz o paciente, que precisou ter sua rotina de estudos e trabalho interrompida no início do tratamento, composto por orquiectomia (retirada do testículo) e sessões de quimioterapia.

WhatsApp Image 2020-04-27 at 14.24.36.jpeg
Já curado, o estudante Hugo Serpa vai ao HCP apenas para consultas rotineiras 

 

Consequências emocionais são comuns aos que recebem o diagnóstico de câncer de testículo. Como explica dr. Luiz, “É um tipo de tumor que afeta a masculinidade do paciente jovem e, muitas vezes, leva a problemas de ansiedade. Por isso, no HCP, esse paciente recebe tratamento integral, sendo acompanhado pela equipe de Psicologia”. A perda da capacidade de reprodução sexual também pode ser uma das consequências deixada pela doença, mas, de modo geral, a maioria dos homens acometidos pelo câncer são curados sem sequelas de infertilidade. “É um tumor raro e com grande potencial para cura”, explica o urologista. 

Já curado, o paciente Hugo, por exemplo, está de volta às suas atividades rotineiras. Depois de passar por um longo processo, ele deixa um recado aos homens: “Antes, eu achava que ir ao médico uma vez perdida era suficiente. Hoje, sei que temos que nos cuidar com frequência. Eu aconselho procurar um especialista o quanto antes, pois achamos que nunca vai acontecer conosco”, diz. O urologista dr. Luiz Henrique também pontua a necessidade de acompanhamento: “Todo indivíduo do sexo masculino, independente da idade, deve ser acompanhado por um urologista, que irá avaliar a saúde do homem no geral. Além disso, é importante manter hábitos saudáveis, como se alimentar bem e praticar exercícios físicos”, afirma.

 

 

WhatsApp Image 2020-04-16 at 12.23.46.jpeg

 

 

Em tempos de pandemia, a equipe de Urologia Oncológica do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) tem se reinventado e prosseguido com suas reuniões clínicas de forma online, através da plataforma Zoom. A iniciativa tem atingido grandes proporções, tornando o HCP ainda mais reconhecido como referência em urologia. Na última quinta-feira (16), por exemplo, o encontro reuniu quase 80 urologistas e contou com a presença de renomados especialistas de vários países, com o objetivo de discutir as perspectivas de uma técnica menos invasiva no tratamento do câncer de pênis, criada pelo palestrante Marcos Tobias-Machado. “A ideia é adotar esse procedimento no HCP, o que torna a aula ainda mais relevante”, explica o urologista e supervisor do Fellowship em Urologia do HCP, dr. Luiz Henrique. 

Conhecida como Video Endoscopic Inguinal Lymphadenectomy (VEIL) –  Linfadenectomia Inguinal Videoendoscópica –, a técnica apresentada consiste em remover os linfonodos da região da virilha causados pela disseminação do câncer de pênis, através de três pequenas incisões feitas com o auxílio de pinças laparoscópicas. O procedimento é menos invasivo e previne complicações e infecções pós-cirúrgicas, diminuindo a morbidade sem afetar os resultados oncológicos. Os benefícios trazidos para o paciente são muitos, visto que a técnica normalmente adotada remove os linfonodos através de uma única incisão na região inguinal que vai desde a raiz do pênis até a lateral da coxa, trazendo, muitas vezes, complicações. Com a implantação da técnica no HCP, segundo dr. Luiz Henrique, “vamos oferecer um tratamento com mais eficácia e menos risco para os pacientes”, pontua.

O encontro proporcionou, ainda, outros resultados de grande impacto para a instituição: “Com a presença de profissionais de vários países, o hospital ganhou visibilidade internacional, o serviço de referência em urologia ganhou ainda mais notoriedade”, aponta o médico. Participante do Fellowship em Urologia do HCP, para o urologista Marcos Angelim – que conquistou a única vaga para o programa após longo um processo seletivo –, um dos maiores pontos positivos do encontro foi a possibilidade de interação entre os especialistas: "A reunião clínica nos moldes de videoconferência possibilitou o contato com as maiores autoridades mundiais de vídeocirurgia avançada na área de linfadenectomia inguinal. Tivemos a liberdade de fazer perguntas, discutir aspectos técnicos e planejar atividades futuras. O serviço de urologia do HCP ganhou muito com esta atividade", disse.

Na ocasião, estiveram presentes nomes de referência, como o professor Rene J. Sotelo (EUA), o cirurgião Victor Corona-montes (México) e o cirurgião Saleh S Elbaka (Egito).

 

WhatsApp Image 2020-04-16 at 12.23.46 (1).jpeg

 

 

WhatsApp Image 2020-04-17 at 12.38.28.jpeg

As lives, apresentações ao vivo realizadas por artistas nas redes sociais, estão se caracterizando como uma alternativa de entretenimento durante a quarentena. Porém, artistas e empresas estão transformando essa atitude em uma maneira de ajudar quem mais precisa. Foi o que fez a Musa, @priscilasennaoficial, no último dia 11 de abril. Durante a live, a cantora arrecadou 20 toneladas de alimentos, das quais três foram doados ao HCP na manhã desta sexta-feira (17). A ação foi realizada em parceria com a @turquesaalimentos, que colaborou com cinco toneladas de produtos, como: feijão macassar, leite de coco, sal refinado, arroz parboilizado, farinha quebrada, macarrão instantâneo, milho de munguzá e xerém. Os demais produtos arrecadados serão distribuídos para outras instituições que também estão precisando de ajuda.

O Hospital de Câncer de Pernambuco agradece a solidariedade de todos os envolvidos. A doação de alimentos é indispensável na produção de mais de duas mil refeições diárias, disponibilizadas para nossos pacientes, acompanhantes e funcionários.

 

entrega-cestas3.jpeg

Durante a pandemia do Covid-19, vários atos de solidariedade e amor ao próximo estão em destaque. Aqui no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), não é diferente. Sabendo da necessidade da instituição, as doações estão chegando e sendo recebidas com muita felicidade por toda a equipe. Foi o que aconteceu na última quarta-feira (15), quando 400 cestas básicas, trazidas por caminhões do Exército Brasileiro (EB), entraram pelos portões do HCP. A iniciativa foi da ONG Novo Jeito, em parceria com o Movimento Empresários por Pernambuco, com o apoio logístico do Exército. 

entrega-cestas.jpeg

A campanha foi criada para ajudar instituições e, também, grupos em situação de vulnerabilidade. “O Novo Jeito surgiu em 2010, quando 50 mil pessoas perderam tudo na enchente que aconteceu na Mata Sul de Pernambuco. Desde lá, estamos fazendo tudo que está ao nosso alcance para ajudar as famílias mais vulneráveis e, durante essa pandemia, não podia ser diferente. No final do mês de março, já conseguimos doar para 13 mil famílias no estado uma cesta básica e um kit de higiene pessoal, mas agora, com o apoio do Empresários Por Pernambuco (Viana & Moura Construções, Grupo Cornélio Brennand, Grupo Moura e Ferreira Costa), estamos distribuindo 50 mil cestas básicas, dessas 400 para o HCP”, destaca Fábio Silva, idealizador da ONG Novo Jeito. 

O Hospital de Câncer de Pernambuco agradece imensamente o apoio e o carinho dos envolvidos. Para continuar ajudando o HCP, ligue (81) 3217.8290⠀ ⠀

entrega-cestas5.jpeg

entrega-cestas1.jpeg

 

arcomix-abril.jpeg

Em meio à pandemia do Covid-19, a solidariedade não pode parar. Sabendo da necessidade do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), a rede de supermercados Arco-Mix e o atacarejo Arvo-Vita não deixaram de fazer mais uma entrega do Troco Solidário, campanha que destina o arrecadado pelo troco doado por seus clientes ao HCP. Tomando todas as medidas necessárias na prevenção do Covid-19, um pequeno grupo de funcionários, da loja Arco-Mix Caxangá, entregou o cheque simbólico no valor de R$ 41.074,84.

Para Norma Bravo, coordenadora de captação de recursos e doações da instituição, a entrega mostra o sentimento de confiança da rede de supermercados pelo HCP e pelo serviço que é oferecido aos pacientes com câncer. “O tratamento oncológico não pode parar. Mesmo com a necessidade de quarentena para a sociedade, nosso hospital continua funcionando e oferecendo todo o tratamento que o paciente com câncer precisa. As doações nos ajudam a continuar proporcionando serviços de qualidade aos que precisam. A Arco-Mix e seus clientes são nossos parceiros e sabem o quanto precisamos desse apoio”, destaca.

Sobre o HCP: O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) é uma instituição privada e sem fins lucrativos, que se dedica ao diagnóstico e tratamento de pacientes oncológicos por meio do Sistema único de Saúde – SUS. Por ser uma instituição filantrópica, o HCP conta com doações contínuas de pessoas físicas e jurídicas para manter a qualidade no atendimento aos pacientes. Esses recursos são utilizados no custeio, na modernização do parque tecnológico e nas instalações físicas do hospital. Além disso, são direcionados para complementar o custo do tratamento dos pacientes. 

 

WhatsApp Image 2020-04-07 at 09.04.22.jpeg

Em tempos de pandemia do Covid-19, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) reforçou algumas medidas de prevenção para garantir a segurança de pacientes e profissionais. Entre as ações adotadas, equipes que atuam em contato direto ou indireto com os pacientes na assistência têm recebido, semanalmente, treinamentos de como proceder em casos suspeitos da doença na instituição. “Levando em conta que todos os nossos pacientes fazem parte do grupo de risco do Coronavírus, os treinamentos buscam garantir que os profissionais estejam capacitados para cuidar de um caso suspeito ou confirmado com segurança”, explica a gerente de Qualidade do HCP, Raphaela Muniz.

Para abranger todos os setores ligados à assistência ao paciente, foram elaborados dois tipos de treinamento. Na linha de frente, as equipes de Urgência, UTIs, Hematologia, Enfermaria Santa Faustina e Enfermagem têm recebido orientações sobre a correta paramentação e desparamentação, cuidado e manejo com oxigenoterapia, entre outras indicações e contraindicações para o cuidado com o paciente suspeito. “Tem sido vários treinamentos com recomendações, com ajustes e medidas. Tudo para otimizar o manuseio do paciente suspeito do Covid-19. A proposta é treinar todos os profissionais para minimizar o risco de contaminação”, aponta a fisioterapeuta hospitalar responsável pelos treinamentos com a CCIH, Amanda Melo.

Por outro lado, maqueiros, agentes patrimoniais, técnicos de segurança, profissionais de manutenção, profissionais de TI, equipe de higienização e limpeza, entre outros departamentos da equipe de apoio, que atuam numa assistência indireta ao paciente, são orientados sobre sintomas do Coronavírus, cuidados com o transporte do paciente, paramentação e desparamentação, uso correto de EPIs e prevenção de contaminação de roupas. Os profissionais são treinados pela equipe de Qualidade com a participação do SESMT. O objetivo, ainda segundo Raphaela Muniz, é “visar a prevenção da transmissão”.

Todas as ações adotadas pelo HCP durante a pandemia obedecem criteriosamente às orientações de prevenção do Coronavírus. As medidas são estudadas pelo Comitê de Contingenciamento contra o Coronavírus do HCP e tomadas no combate à disseminação do vírus. 

WhatsApp Image 2020-04-03 at 12.18.52.jpeg

WhatsApp Image 2020-04-03 at 12.18.52 (1).jpeg