Destaque Inferior - HCP - Hospital de Câncer de Pernambuco

Destaque Inferior

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Com o tema “Não deixe ninguém para trás, equidade no acesso aos cuidados paliativos”, a equipe de Cuidados Paliativos do Hospital de Câncer de Pernambuco promoveu uma linda ação para celebrar o Dia Mundial de Cuidados Paliativos. A data é lembrada sempre no 2º sábado do mês de outubro e reforça a importância dos cuidados específicos que são prestados por uma equipe multidisciplinar ao paciente em fase avançada de uma doença. 

No HCP, a ação começou nesta quinta-feira (7) com um café da manhã, atividades motivacionais e sorteio de brindes para os funcionários do setor, que conta com médicos, enfermeiras, técnicos e auxiliares de enfermagem, psicóloga, nutricionistas e assistentes sociais. A ocasião serviu também para fortalecer cada um que faz parte dos cuidados paliativos da instituição. Sorrisos misturados com lágrimas de emoção marcaram o momento. 

Dr. Fábio Malta, coordenador médico do setor, salientou a relevância dos cuidados paliativos para o paciente. 

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“Cuidados Paliativos é mais uma ferramenta que existe para oferecer qualidade de vida ao paciente com doenças que ameaçam a vida, e a gente sabe que o câncer é uma doença que ameaça diretamente a vida. Por isso a importância de chamar atenção para esse paciente que precisa de cuidado, assim como a família que muitas vezes está fragilizada e necessita de atenção”, disse Dr. Fábio Malta.

Flávia Soares, coordenadora de enfermagem dos cuidados paliativos, não poupou elogios aos colaboradores. “Esse encontro é muito importante para que possamos nos fortalecer enquanto equipe. Não é fácil lidar com as adversidades que o nosso trabalho exige, é preciso ter muito amor ao próximo, muita empatia. Todos aqui são profissionais excelentes que cuidam do paciente com dedicação e carinho”. 

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A árvore dos sentimentos foi uma das dinâmicas elaboradas pelo setor. Cada escreveu um sentimento no papel em forma de coração para colar na árvore. “A árvore dos sentimentos tem o objetivo de motivar as pessoas com os sentimentos mais sinceros vindos delas mesmas”, explica Adélia Sobral, psicóloga dos cuidados paliativos. 

Ainda no dia de ontem, pacientes também receberam brindes cheios de afeto que foram entregues por enfermeiras e assistentes sociais.  Na manhã desta sexta-feira (8), a equipe de plantão foi contemplada pela ação. 

No HCP, o serviço de cuidados paliativos teve início em 2010 e está focado em manter todo o atendimento humanizado com o objetivo de aliviar a dor e proporcionar um melhor tratamento ao paciente. 

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Em breve, a odontologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) vai poder atender pacientes que estão nas enfermarias sem que eles precisem sair do leito. A conquista é graças a um consultório móvel doado pela Receita Federal. O equipamento irá possibilitar que a equipe realize pequenas intervenções cirúrgicas. 

O consultório móvel é pesado e, portanto, está aguardando a confecção de um carrinho para facilitar a locomoção do instrumento. Ele contém os tubos usados pela odontologia e será de enorme importância no tratamento dentário dos pacientes. Dr. Igor Henrique, cirurgião dentista e coordenador do Departamento de Odontologia Clínica do HCP, explicou que os procedimentos que serão feitos a partir do consultório móvel em pacientes com casos específicos. Ele ressalta que o material também irá facilitar o trabalho da odontologia. 

"O consultório móvel vai permitir que a gente faça atendimento à beira leito, em pacientes com condições físicas mais delicadas. Não será preciso que eles desçam até o setor. Estamos apenas aguardando o carrinho ficar pronto para iniciarmos os atendimentos nas enfermarias. Importante frisar que  não será criado um ambulatório de odontologia móvel. O atendimento à beira leito não será cotidiano, mas sim, para quando existir uma necessidade". 

O instrumento também aguarda a doação de cabos de borracha, peças que são necessárias para a utilização do aparelho. A equipe de odontologia é fundamental no preparo bucal do paciente oncológico, assim como na reabilitação dos pacientes com câncer de cabeça e pescoço.

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A Urgência do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) deu o primeiro passo para o uso da tecnologia que possibilita atendimentos clínicos de forma remota. Nesta semana, o setor fez as consultas iniciais com dra. Danielle Saldanha, médica paliativista. Ela está gestante e afastada fisicamente do local de trabalho, uma garantia permitida por lei em razão da pandemia. Agora, ela pode fazer as consultas em casa, dando suporte para a equipe médica do setor, e ao paciente no consultório.

Na consulta com a especialista são feitas as avaliações iniciais com o paciente que sai da triagem. No atendimento, a médica faz orientações, revisa exames e prescrições os quais ela tem acesso, graças ao sistema que é integrado. O setor de TI deu todo o suporte técnico para que o teleatendimento funcionasse da melhor forma, de maneira que paciente e profissional consigam entender um ao outro. 

De acordo com o Dr. João Paulo Lemos, médico coordenador da Urgência, a experiência deve trazer bons resultados, visto que Danielle é a nova integrante do plantão que, mesmo trabalhando em casa, tem condições de agregar para a equipe e dar apoio direto ao paciente. Além disso, o coordenador destaca que a experiência funciona como um piloto para a telemedicina, que futuramente será uma realidade no HCP e que beneficiará principalmente o paciente.

"Para o teleatendimento com dra. Danielle, é feita uma avaliação do perfil dos pacientes para saber quais deles podem ser atendidos remotamente. Logicamente, há pacientes que possuem uma necessidade maior e que, portanto, precisam da presença física do médico para ser consultado. O fato de a gente ter uma profissional dando assistência de sua casa, é um pontapé inicial para o futuro, quando o paciente poderá ser atendido à distância." ressaltou o coordenador. 

A imagem e áudio são bons e o paciente consegue conversar com a especialista normalmente. Uma das pacientes que passou pela consulta remota foi Deusana Alves da Silva, de 49 anos. Ela saiu da triagem e foi encaminhada à médica paliativista. "Fui muito bem atendida. A doutora me explicou tudo bem direitinho, foi como se ela estivesse bem na minha frente", contou. A inovação chegou em um momento de mudança na Urgência do HCP, que recentemente passou por reformas e agora conta com um maior espaço e uma estrutura mais agradável para os pacientes. 

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Instituído pela Lei N.º 11.584, de novembro de 2007, o Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos é lembrado neste 27 de setembro para conscientizar a população sobre a importância de ser doador de órgãos. O transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na reposição de um órgão ou tecido de uma pessoa doente por outro órgão ou tecido normal de um doador, vivo ou morto. Tal prática tem o intuito de ajudar milhares de pessoas que lutam por uma oportunidade de salvar as suas vidas. Nesse contexto, atua no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) a Comissão Intra-hospitalar de Doação de órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT).

No HCP, a CIHDOTT trabalha, exclusivamente, com doação de córneas, único órgão que pode ser transplantado de um paciente com câncer. O grupo é formado por uma equipe multiprofissional e juntos são responsáveis pela sensibilização, acolhimento, aceitação da doação pela família, preenchimento da documentação legal e conexão com a central de transplante de Pernambuco, que aciona o Banco de Olhos. "Quando somos acionados pelo setor de origem do paciente, seguimos em busca de acolher a família para a CIHDOTT e deixamos bem claro aos familiares que esse é o local para retirar dúvidas, confirmar dados, mas, principalmente, o local para expressar todo e qualquer sentimento que tenham, diante do pós-óbito", explica Gabriela Prado, enfermeira da CIHDOTT/HCP. Desde seu início no HCP, em 2013, a julho de 2021, 826 doações de córnea foram realizadas na instituição.

"Esse departamento ajuda a família com a notícia e aceitação do diagnóstico, orienta sobre os próximos passos a seguir, conforta os familiares, tenta dar um suporte emocional, mantem a família informada de tudo que está acontecendo, tornando todo o processo menos doloroso, mais humano e transparente", destaca dr. Rogério Assunção, gestor do departamento. Em 2019 o HCP recebeu o certificado de Honra ao Mérito pela Central de Transplante de Pernambuco. O Hospital de Câncer de Pernambuco, em de janeiro a julho de 2021, foi responsável por 25% de todas as captações de córnea realizadas no estado, estando na 1° posição até o momento e neste período descrito antes. "No estado, nossa maior contribuição é na diminuição na fila de pacientes para transplante de córnea, ajudando outras pessoas a voltarem a enxergar, contribuindo para zerar a fila de pacientes que aguardam transplante de córnea no estado", enfatiza dr. Rogério Assunção.

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Os Bancos de Olhos são instituições responsáveis pela retirada e a devida reconstituição do doador, além disso, realiza o transporte, avaliação, classificação, preservação, armazenamento e disponibilização dos tecidos oculares doados para a Central de Transplante de Pernambuco, que seguirá a lista de pessoas aguardando um transplante de córneas no intuito de finalizar o processo da doação. A cada doação de duas córneas, duas pessoas saem da lista de espera. "Um potencial doador de tecidos oculares é todo paciente que evolui para óbitos dentro dos critérios legais estabelecidos. A partir da identificação de um óbito viável, seguimos no aguardo do preenchimento da declaração de óbito (D.O.) pelo médico, além da presença do parente de 1° grau, ou alguém que seja representante legal do paciente", detalha Gabriela Prado.

O CIHDOTT/HCP é responsável pelo acolhimento e apoio aos familiares do paciente. E, no decorrer do processo, aguardar o momento certo para falar sobre o sentido da doação de córneas. "Após todo processo particular de cada caso, esperamos a resposta familiar, em que pode ser positiva diante do consenso comum por todos os membros de 1° grau da família, ou negativa por todos, ou por uma parte". "Outra função nossa enquanto equipe é tentar reverter essa negativa, de forma ética e legal, todavia em todos os casos respeitando o momento e decisão familiar, pois doação é algo espontâneo, tem que haver desejo natural. A empatia é contínua, pois a fases do luto precisam ser entendida antes de tudo," ressalta Gabriela.

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Em Pernambuco, a Comissão Intra-hospitalar de Doação de órgãos e Tecidos para Transplante também atua no Hospital da Restauração, Hospital Pelópidas Silveira, PROCAPE, Hospital Oswaldo Cruz, IMIP, Hospital das Clínicas, Hospital Getúlio Vargas, Hospital Dom Helder, Hospital Miguel Arraes, Hospital Jayme da Fonte, Hospital Memorial São José, Hospital Agamenon Magalhães, Hospital Regional do Agreste, Hospital Mestre Vitalino, Hospital Dom Malan, Real Hospital Português e Hospital Santa Joana.

 

Como ser um doador de órgãos

Para se tornar um doador basta conversar com a família e deixar claro o interesse.

 

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Neste mês, além da campanha Setembro Dourado, que busca conscientizar a população sobre o câncer infantojuvenil, o HCP também abraça o Setembro Amarelo, que trata da importância da prevenção ao suicídio. Infelizmente, o suicídio é uma das principais causas de morte no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo responsável por uma em cada 100 mortes. Há ainda o fator pandemia da Covid-19 que, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o contexto provocado pela crise sanitária pode ser um fator de risco para o suicídio. Diante disso, faz-se necessário debater o tema. 

No HCP, a equipe de psicologia coordenada por Karla Neves, iniciou nesta semana, uma ação de conscientização nas enfermarias da Quimioterapia. Na ocasião, a equipe começou com uma apresentação sobre o grupo, seguida de uma leitura de cordel abordando de forma bem didática o Setembro Amarelo. Após a leitura, os profissionais de psicologia abordaram o tema, reforçando a prevenção, identificação de sinais e a oferta para quem precisa, para assim desmistificar os preconceitos que envolvem o assunto. Por fim, o grupo finalizou com uma apresentação musical e distribuição de lacinhos amarelos. 

"Segundo a OMS o número de suicídios aumentou significativamente devido a pandemia e, em especial, nos profissionais de saúde, seja em razão da sobrecarga de trabalho e o medo de transmissão aos seus familiares." destacou Karla Neves. 

A ação deve continuar ao longo da próxima semana, levando informação para outros setores no HCP.

 

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Solidariedade, amor, carinho e muita empatia fizeram parte da missa em homenagem aos 15 anos das nossas pacientes Alanny, Clara, Eduarda, Ester Camily, Hellen, Julia, Luciele, Milena, Ranyelle e Samylla. 

As 10 jovens tiveram direito a uma produção especial, com vestido personalizado, maquiagem e muito mais. Tudo organizado pela Rede Feminina, grupo voluntário do HCP que há 75 anos promovem ações sociais em prol de um dia a dia mais feliz para os que se tratam por aqui, as madrinhas das meninas e parceiros mais do que especiais que queremos deixamos o nosso enorme agradecimento:

Empresas de assessoria de eventos: Alliance, Criativas, Cerimoniart e Jane Monteiro. 

Buffet: Di Branco

Bolo: Cassia Pereira

Decoração: Eliel Alves

Doces: Lana Bandeira, Benta Brigaderia, Lucinha Cascão, Doce Bolinha e D’Sucré

Música: Aguinaldo Menezes, Larissa Lisboa, Rafa Cout e Clara Sobral

Sonorização: Jr Som e Luz

Fotografia: Daniel Siqueira

Filmagem: Link Digital

Cabelo/Make: Sandro Santos

Sandálias: Club do Salto

Bolsinhas: Dona Rosa

Maletinhas: Duda Chá

 

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Maria da Paz Azêvedo Silva, ou apenas dona Maria da Paz. A mulher que carrega a paz no nome e também na alma completa mais um ano de vida, motivo suficiente para celebrar neste dia 17 de setembro. Nascida em uma família de cinco irmãos, dona Da Paz aprendeu desde cedo a partilhar, vendo seu pai e sua mãe ajudarem ao próximo, seja em creches, abrigos ou nas ruas. Hoje, a dona de uma de voz calma e olhar acolhedor, representa um grupo voluntário essencial na jornada de tantas pessoas no HCP. É imensurável o trabalho da Rede Feminina que, há pelo menos seis anos é presidida por dona Maria da Paz. 

Um fato curioso é que, antes mesmo do seu nascimento, Da Paz já sensibilizava as pessoas como quando no dia da sua vinda ao mundo, no qual ela mesma conta que “nasceu pelas mãos de um ladrão”. 

“Meu pai saiu desesperado de madrugada atrás uma parteira e, ao passar por uma ponte, foi surpreendido por um ladrão que o ameaçou com uma faca. Meu pai prontamente disse que não tinha nenhum centavo e apenas estava procurando uma parteira. Foi no dia do meu nascimento. O ladrão se sensibilizou e disse que tinha uma irmã que era parteira, e esse foi o começo da história da minha vida”, relata. 

A vida de Da Paz não existe por acaso, assim como sua trajetória como voluntária no HCP. O seu primeiro contato aqui na instituição foi em 1991, quando veio acompanhar o pai diagnosticado com câncer. “Foi quando eu despertei para aquilo que fui preparada na minha infância e juventude”, diz Da Paz sobre a vontade de ajudar as pessoas. Com o pai em tratamento, dona Da Paz observou e ouviu histórias de outros pacientes que, muitas vezes, não tinham condições de vida favoráveis em suas casas. 

Anos depois, a Rede Feminina “bateu na porta” da vida de dona Da Paz por um acaso. Uma voluntária da época lhe pediu doações de ovos para alimentar os pacientes aqui no hospital. Dona da Paz, que era comerciante, cedeu ovos por muito tempo e, em paralelo a isso, vinha ao HCP para conhecer mais de perto o trabalho dos voluntários, bem como a realidade dos pacientes. 

“Um paciente específico que estava em estágio terminal, foi a pessoa responsável que me fez assumir o compromisso de, finalmente, me tornar voluntária no HCP”, detalha.

Em 14 anos como voluntária da Rede Feminina e atuante no HCP, dona da Paz já viveu inúmeros momentos marcantes, sempre com um objetivo: fazer com que os nossos pacientes se sintam amados, vivos e bem. Em 2011, criou o projeto pós-hospitalar (doação de cestas básicas mais suplementos), para pacientes da pediatria, oferecendo mais qualidade à assistência domiciliar.

Dra. Claudia Barbosa, superintendente administrativa do HCP, não poupa palavras para descrever a mulher que traz consigo a força e a ternura necessárias para expressar solidariedade. 

"Maria da Paz é uma mulher extraordinária na sua caridade, atenção e amor com os que mais precisam. Ela olha para o outro e se coloca no lugar dele, uma verdadeira doação, imensurável. No Hospital de Câncer de Pernambuco, faz um trabalho maravilhoso junto ao voluntariado, que está sempre à disposição para ajudar as pessoas. Eu sou uma mulher feliz por ter Maria da Paz na minha convivência profissional e pessoal."

Dentre suas colegas de voluntariado, há também admiradoras e amigas, como as voluntárias Luiza Miranda e Gecilda Barbosa.

“A minha relação com Maria da Paz é de mãe para filha. Uma afinidade que não tem tamanho. É uma pessoa guerreira, que ama o seu próximo e faz um trabalho espetacular aqui no HCP. Eu a amo muito, é um amor maternal que não tenho como explicar em palavras”, pontuou Luiza Miranda.

“Da Paz é como uma mãe. Ela sabe conduzir as coisas da melhor maneira possível. Ela é a razão e emoção ao mesmo tempo, além de ser uma pessoa que se doa muito para todos”, disse Gecilda Barbosa.

Ana Cristina, gerente de atendimento, destacou que tudo flui quando Maria da Paz está por perto.

“Uma mulher dedicada, solidária, que cuida de cada paciente e que cuida do hospital como um todo. Para mim, dona da Paz é uma pessoa muito importante e extremamente simples, desprovida de qualquer vaidade. Sempre vejo dona da Paz fazendo muito além pelos outros e de coração."

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) recebeu mais um cheque oriundo da campanha Troco Solidário, fruto da parceria do Arco-Mix e Arco-Vita com o HCP. O valor referente ao mês de agosto é de R$ 59.649,69 e servirá para a aquisição de instrumentos cirúrgicos, ferramentas essenciais na realização dos procedimentos de cirurgia. A entrega do troco foi realizada na unidade do Arco-Mix no bairro da Várzea, na Zona Oeste do Recife. 

Na ocasião, Juliane Carvalho, gerente do setor de Captação de Recursos e Doações do HCP foi recebida pelos colaboradores do estabelecimento, que ficaram muito felizes por mais essa contribuição. Pela segunda vez consecutiva, a operadora de caixa Thacyla Vitória foi a que mais arrecadou trocos dos clientes. Ela ressaltou a importância de doar para o HCP. "Pra mim é uma alegria enorme poder ajudar. Nunca fui ao HCP, espero vistitar em breve, quando tudo isso passar, pois sei da grandeza desse hospital que acolhe tanta gente". 

A gerente da loja, Luana Teixeira, também comemorou a entrega: "A sensação é de orgulho e de dever cumprido. A gente se sente muito feliz por fazer parte de uma empresa tão solidária como o Arco-Mix. A gente realmente sente prazer em ajudar as pessoas", disse Luana.

Este mês, o Arco-Mix está completando 40 anos de história, assim como a rede Arco-Vita, que está celebrando seus 12 anos no mercado atacarejo, ambos fazem parte da família pernambucana e da família do HCP. Graças à parceria com a instituição, o Troco Solidário vem ajudando a salvar as milhares de vidas. A cada mês, o hospital define o investimento a ser feito com a doação. Entre outros benefícios, os valores foram utilizados para complementar a aquisição de uma ambulância, compra de computadores, longarinas, além de outras melhorias estruturais e assistenciais. Gratidão por tudo e muita prosperidade ao Arco-Mix e Arco-Vita.

 

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) adquiriu novas longarinas de cinco lugares que, inclusive já foram colocadas no Ambulatório de Pélvis para uso de nossas pacientes e acompanhantes. A compra se deu graças ao troco solidário arrecadado pelo Arco-Mix. O Troco Solidário é fruto da parceria dos supermercados Arco-Mix e Arco-Vita Atacarejo em prol do HCP, e que já dura há mais de três anos.

O valor destinado para a aquisição foi de R$ 59.531,98 e, certamente, fez uma grande diferença no conforto de quem espera para uma consulta ou exame. Em breve, o setor da Triagem, que recebe os pacientes pela primeira vez, também será comtemplado com novas longarinas compradas através do troco. 

O Troco Solidário coleta trocos dos clientes que fazem suas compras nas unidades do Arco-Mix em vários municípios de Pernambuco. Mensalmente, esses trocos arrecadados pelos estabelecimentos e entregues ao HCP com propósitos que visam trazer melhorias para centenas de pacientes em tratamento na instituição. 

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Nos últimos dias 27 e 28 de agosto, a biblioteca do Hospital de Câncer de Pernambuco sediou a primeira Jornada de Enfermagem Oncológica da Residência HCP. O evento foi organizado pela própria equipe de residentes em enfermagem e buscou abordar a atuação da enfermagem na oncologia. Em razão da pandemia, o evento foi restrito para apenas convidados, entre ouvintes e palestrantes. 

Na tarde do primeiro dia, a jornada começou com uma mesa redonda que debateu o tema "Inserção no mercado de trabalho pós-residência e perspectiva de futuro no campo da oncologia", para o qual trouxe ex-residentes com o objetivo de relatar suas experiências no campo da residência oncológica. Cássia Figueiredo, Kelly Monteiro, Elton de Lima e Aline Ferreira foram os enfermeiros palestrantes do primeiro dia.

Kelly Monteiro é enfermeira que atua na área da Pesquisa Clínica. Segundo ela, a enfermagem é mais do que assistência ao paciente. "O enfermeiro oncológico hoje em dia é bastante procurado em todos os lugares. A gente é assistência, mas a gente tem a capacidade de mediar conflitos e lidar com problemas. Ser enfermeiro é ter iniciativa, é saber, ao mesmo tempo, ligar a teoria à prática e ter uma humanização e respeito diferenciados", disse Kelly.

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Durante o sábado (28), os residentes assistiram às palestras de Nathaly Souza, Andreyna Javorski,Tânia Guimarães, Karla Albuquerque, Matheus Cavalcante De Deus e Rita de Cássia Pacheco Paiva. Assuntos sobre radioterapia, cuidados paliativos e oncologia pediátrica foram pautadas na jornada. Karla Albuquerque, que é enfermeira especialista em cuidados paliativos, explicou a importância da comunicação compassiva na área, visto que o setor cuidados paliativos se dedica a proporcionar um atendimento específico ao paciente oncológico. "A comunicação nos cuidados paliativos é um dos pilares para este tipo de assistência, pois é um facilitador em todo o processo de atendimento ao paciente, à família e na relação profissional em cuidados paliativos. O profissional que atua em cuidados paliativos precisa estar cada vez mais ciente do que a gente precisa, do que a gente pode e de como a gente vai ajudar o paciente", acrescentou. 

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