HCP Comunica - HCP - Hospital de Câncer de Pernambuco

HCP Comunica

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Com a pandemia do Coronavírus, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) teve um aumento considerável do valor investido na compra Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Por outro lado, as doações, necessárias para a complementar o tratamento oncológico oferecido gratuitamente, caíram nos últimos meses. Para equilibrar os gastos e continuar prestando assistência segura aos pacientes, que fazem parte do grupo de risco do Covid-19, o HCP pede ajuda da sociedade através campanha “Com apenas R$10, você ajuda o HCP a salvar muitas vidas”, que pode ser conferida nas redes sociais da instituição, @sigahcp. Para doar, basta acessar hcp.org.br/doe10reais. Em poucos cliques, o doador ajuda o HCP a comprar EPIs e salvar vidas.

Como explica a gerente de Captação de Recursos, Juliane Carvalho, a união da sociedade com pequenas doações faz grande diferença para a instituição neste momento: “R$10 pode parecer pouco para algumas pessoas, mas para nossos pacientes, faz toda a diferença. São essas pequenas doações que nos ajudam a manter a segurança dos que fazem o HCP em tempos de pandemia”, pontua. Para se ter uma ideia, explica a gerente, em maio do ano passado, os gastos com EPIs foram de R$38.755,36. Este ano, o valor subiu para R$ 463.967,60, maior investimento feito em um mês desde o início da pandemia. Para complementar os gatos, a campanha busca alcançar a meta de R$100.000 em doações. “Mensalmente, compramos aventais, luvas, máscaras cirúrgicas e N95, capotes, álcool gel, itens de limpeza e todos os equipamentos necessários para a segurança dos nossos pacientes. O tratamento de câncer não pode parar, e nós prezamos por oferecê-lo com segurança”, afirma.

Outras formas de ajudar o HCP

O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) é uma instituição privada e sem fins lucrativos, que se dedica ao diagnóstico e tratamento de pacientes oncológicos por meio do Sistema único de Saúde – SUS. Para continuar oferecendo tratamento gratuito de qualidade, o HCP conta com doações contínuas de pessoas físicas e jurídicas. Em tempos de pandemia, essa ajuda torna-se ainda mais necessária para a garantia de uma assistência segura aos profissionais e pacientes. Para ajudar com outros valores, basta ligar para (81) 3217-8290 ou acessar www.hcp.org.br/doacoes

 

 

 

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Alimentos, materiais de limpeza, cestas básicas, EPIs, doações em depósito e muita solidariedade para quem mais precisa. Esse foi o resultado da live do Grupo Beto’s Bar em prol do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), realizada no último dia 27, com participação do cantor Humberto Salles. Com o apoio da sociedade e de várias empresas, a iniciativa arrecadou itens indispensáveis para uma assistência oncológica segura em tempos de pandemia. “Uma onda de solidariedade que nos encheu de orgulho”, diz a carta feita pelo grupo em agradecimento ao resultado do projeto.

Para a coordenadora de captação de recursos do HCP, Norma Bravo, a ajuda e o compromisso de pessoas e empresas com o HCP fazem diferença neste momento de pandemia, no qual os gastos aumentaram e as doações caíram. “O engajamento de empresas e artistas, nestes tempos difíceis, além de levar alegria para quem não pode sair de casa, contribui para que pessoas em tratamento no HCP possam ir para casa e ficar junto das suas famílias. O HCP precisa de doações para dar continuidade ao seu trabalho junto à população que mais necessita”, pontua.

A parceria entre Beto – como é conhecido o proprietário do Beto’s Bar, Roberto Farias – e o HCP já vem de um bom tempo. O empresário é parceiro da Rede Feminina de Combate ao Câncer, e sempre contribui com os projetos realizados pela equipe de voluntariado para os pacientes. Em setembro do ano passado, esse laço com a instituição se tornou ainda mais estreito, quando seu pai foi diagnosticado com câncer. Foi assim que Beto conheceu o hospital presencialmente, no dia do seu aniversário. “Tive o prazer de conhecer o HCP, um hospital cheio de alegria, sorrisos, amor”. Foi a partir daí que, durante a pandemia, surgiu o desejo de produzir uma live para ajudar a instituição, “Sei o quanto o hospital precisa, por isso, tive logo a ideia de produzir uma live exclusivamente para doar”, diz o empresário.  

Confira as doações recebidas através da live:

370 kg de alimentos – Urbano Alimentos

1.140 L de material de limpeza – Vanpel

200 L de material de limpeza – América Med

200 L de material de limpeza – Set Sistemas

1.000 máscaras – Damásio Américo 

110 cestas básicas, 2 caixas de álcool gel, 700 máscaras – Club Jet Recife

R$11.870,00 – Doações em depósito

 

Ajude o HCP

O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) é uma instituição privada e sem fins lucrativos, que se dedica ao diagnóstico e tratamento de pacientes oncológicos por meio do Sistema único de Saúde – SUS. Por ser uma instituição filantrópica, o HCP conta com doações contínuas de pessoas físicas e jurídicas para manter a qualidade no atendimento aos pacientes. Em tempos de pandemia, essa ajuda torna-se ainda mais necessária para a garantia de uma assistência segura aos pacientes oncológicos, que fazem parte do grupo de risco do Covid-19. Para ajudar, basta ligar para (81) 3217-8290 ou acessar www.hcp.org.br/doacoes.

 

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IMPLANTAÇÃO MV_DESTAQUE.pngO Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) agora conta com um dos mais modernos softwares de gestão de saúde desenvolvidos no mundo: o Sistema Soul Mv. A partir de hoje (08), o novo sistema de tecnologia passa a integrar as áreas administrativas e assistenciais da instituição, auxiliando nas necessidades clínicas e de gestão hospitalar. "As soluções MV funcionam na plataforma WEB, com tecnologia de última geração. O Soul MV representa inovação, modernização, facilidade e integração", pontua o gerente de TI do HCP, Abílio Correia.

Entre os benefícios trazidos pelo Sistema, está a implantação do Prontuário Eletrônico de Paciente (PEP), ), eleito pela terceira vez como melhor Prontuário Eletrônico do Paciente da América Latina, por meio do qual todas as informações do paciente estarão disponíveis e atualizadas de forma digital. "Com o PEP, a segurança do paciente no diagnóstico e tratamento oncológico é ampliada", aponta Abílio.

Além disso, o Sistema MV também proporciona uma melhor administração. Como explica o gerente de TI, "O gestor tem acesso aos dados que precisa. Isso porque os indicadores de gestão e o maior controle dos processos permitem monitorar a instituição em tempo real".  Entre outros grandes impactos que o software proporcionará à instituição, estão o aumento da receita, melhora do faturamento e melhor gestão de suprimentos.

A tecnologia vem sendo implantada no HCP desde 2019. Desde então, funcionários dos setores administrativos e assistenciais foram treinados para a melhor operacionalização do Sistema.

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Tosse e falta de ar, sintomas comuns do Covid-19, não são exclusivos do novo Coronavírus, mas também são o alerta principal para o tipo de câncer que mais mata no mundo desde 1985, o câncer de pulmão. Em terceiro lugar como o tipo de câncer mais comum entre os homens e o quarto entre as mulheres, mais de 30 mil brasileiros devem ser diagnosticados com a doença, em 2020, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) - deste total, 5.760 casos serão no nordeste e 1.120 em Pernambuco. Com o objetivo de fazer esse alerta, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) busca chamar atenção para o tema através da campanha Junho Branco. Confira nas redes sociais @sigahcp.   

“A tosse seca no Coronavírus vem associada a outros sintomas como a febre, por exemplo, e, além disso, perdura por mais ou menos 15 dias. Já no câncer de pulmão, esse sintoma, quando iniciado, não desaparece sem o início do tratamento oncológico”, destaca o coordenador do Serviço de Oncologia Clínica do HCP, dr. Ilan Pedrosa. 

Os sintomas do câncer de pulmão geralmente são mais frequentes no estágio avançado da doença, quando,  em alguns casos,  já se espalhou para outros órgãos (metástase). Alguns podem estar relacionados com o comprometimento de outros órgãos. Entre os principais estão: tosse, dispneia (falta de ar), dor torácica contínua, inchaço no pescoço ou na face, perda de peso sem motivo, rouquidão por mais de uma semana, pneumonias recorrentes e presença de sangue ao escarrar. Os sintomas também são comuns em diversos problemas de saúde associados ao pulmão, o que dificulta o diagnóstico precoce e diminui consideravelmente as chances de cura.  Apenas 16% dos cânceres são diagnosticados em estágio inicial (câncer localizado), para o qual a taxa de sobrevida de cinco anos é de 56% - dados INCA.

O câncer de pulmão é um tumor caracterizado pelo crescimento desordenado de células malignas, que podem aparecer desde a traqueia até a periferia do pulmão, tendo como principal fator de risco o tabagismo (dependência de nicotina) e a exposição excessiva ao tabaco. A doença subdivide-se de acordo com o tipo de células afetadas - câncer de células não-pequenas, mais comuns, e câncer de células pequenas, mais raros e com o comportamento mais agressivo. “Além do tabagismo, outros fatores também podem desencadear a doença, como a inalação de agentes químicos e, até mesmo, a própria poluição”, alerta dr. Ilan. O tabagismo é o principal responsável pelos casos de câncer de pulmão, mas também tem relação com diversos outros males, dentre eles outros tipos de câncer, como colo de útero, estômago, pâncreas, laringe, faringe, fígado e estômago. 

O tratamento para o câncer de pulmão está relacionado com o seu estágio e as condições do paciente, podendo ser tratado com quimioterapia, radioterapia e/ou cirurgia, nessa última, onde ocorre a retirada do tumor e dos linfonodos próximos ao pulmão. Segundo o INCA, cerca de 20% dos casos são passíveis de tratamento cirúrgico. Porém, na grande maioria (80-90% dos casos), a cirurgia não é possível na ocasião do diagnóstico, devido a descoberta tardia e o estágio avançado da doença.

 

Sobre o HCP: O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) é uma instituição privada e sem fins lucrativos, que se dedica ao diagnóstico e tratamento de pacientes oncológicos por meio do Sistema único de Saúde – SUS. Por ser uma instituição filantrópica, o HCP conta com doações contínuas de pessoas físicas e jurídicas para manter a qualidade no atendimento aos pacientes. Esses recursos são utilizados no custeio, na modernização do parque tecnológico e nas instalações físicas do hospital. Além disso, são direcionados para complementar o custo do tratamento dos pacientes. Saiba mais no site: www.hcp.org.br.

 

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O câncer de cérebro surge a partir do crescimento desordenado das células que promovem sustentação e nutrição dos neurônios. Por acometer o órgão que domina o centro de comando de todo o corpo, o tumor pode apresentar sintomas facilmente confundidos com outras doenças menos graves, como tonturas, dor de cabeça e lapsos de memória, o que dificulta o diagnóstico precoce. Por isso, para alertar sobre a importância de procurar um médico na persistência dos sinais, muitas vezes negligenciados, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) abraça a campanha Maio Cinza em alerta ao câncer de cérebro, que, apesar de raro, é grave e representa 4% das mortes por câncer no Brasil.

Não há formas diretas de prevenção da doença, que é mais frequente em indivíduos entre 50 e 70 anos. Em razão disso, a descoberta na fase inicial é fundamental para um tratamento adequado, isso porque o tumor evolui rapidamente nas suas formas mais agressivas. Como explica o coordenador da Neurocirurgia do HCP, dr. Frederico Tavares de Lima, “O diagnóstico e tratamento precoces podem manter o paciente com elevado grau de qualidade de vida com autonomia plena ou quase plena”. Para isso, explica o neurocirurgião, ao sentir os sintomas, o paciente deve procurar um médico, que irá solicitar os exames necessários e identificar se os indícios estão associados ao câncer. Também é preciso estar atento a outros sintomas como crises convulsivas, tonturas, falta de equilíbrio, fraqueza em um ou mais membros, problemas cognitivos, alterações no comportamento e sonolência excessiva. Ainda segundo dr. Frederico Tavares os sintomas podem aparecer isolada ou associadamente. 

Pouco se sabe sobre os fatores de risco associados ao tumor. Até o momento, a única circunstância conhecida por promover o aparecimento da doença é a exposição radiológica excessiva, que causa alterações genéticas. O tumor pode ser classificado em quatro graus, sendo o grau 1 de caráter benigno, que evolui de forma mais lenta, e o grau 4, o mais agressivo. Em todos os graus, a doença é grave, visto que compromete o principal órgão do Sistema Nervoso Central (SNC). A probabilidade, no entanto, de uma pessoa desenvolver um tumor cerebral maligno durante sua vida é inferior a 1%.

Neurocirurgia Oncológica no HCP

No HCP, o serviço de Neurocirurgia é responsável por tratar e cuidar de pessoas diagnosticadas com tumores que acometem o Sistema Nervoso Central (encéfalo e medula espinhal) e Periférico (nervos). A equipe é formada por três especialistas de referência em oncologia, dr. Frederico Tavares, dr. Joacil Carlos e dr. Luiz Domingues, os quais trabalham em conjunto para promover uma assistência de qualidade para os pacientes, realizando cirurgias de alta e média complexidade. O serviço também promove atividades científicas: recentemente foi instalado o Fellowship em Neurocirurgia Oncológica do HCP, o mais novo programa de pós-graduação da instituição

Sobre o HCP

O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) é uma instituição privada e sem fins lucrativos, que conta com doações contínuas de pessoas físicas e jurídicas para manter a qualidade do atendimento aos pacientes oncológicos. As doações podem ser feitas através do número (81) 3217-8290 ou acessando hcp.org.br/doacoes.

 

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Com os cuidados necessários que a pandemia do novo Coronavírus necessita, colaboradores da loja Arco-Mix Ipsep fizeram a entrega simbólica do cheque de mais uma campanha Troco Solidário. A ação destina, todo mês, desde novembro de 2018, o valor doado pelos clientes das 19 lojas da rede de supermercado Arco-Mix e do atacarejo Arco-Vita, no ato da compra, para o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Referente ao arrecadado no último mês de abril, a soma dos trocos rendeu a quantia de R$ 35.191,01. 

O tratamento de câncer não pode parar. Por isso a instituição vem reforçando com a sociedade que as doações também não podem deixar de chegar. Por ser filantrópico e sem fins lucrativos, as doações são indispensáveis, principalmente neste momento onde alguns custos aumentaram, como com a compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), para proteger pacientes e colaborados. 

 

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Realizadas de forma online, as reuniões clínicas da Urologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) têm apresentado grandes resultados. A cada semana, os profissionais se reúnem para discutir o que há de mais atual na urologia, com objetivo de fortalecer a qualidade técnica e assistencial da instituição. Na última quinta-feira (7), mais de 100 especialistas de vários países participaram de uma aula sobre vigilância ativa no câncer de próstata, ministrada pelo renomado urologista canadense Laurence Klotz, criador da técnica e professor da Universidade de Toronto.  

Na ocasião, foram debatidas as perspectivas e novidades do método, que consiste em oferecer um tratamento menos invasivo para pacientes com câncer de próstata de baixo risco, tumor não agressivo e que não costuma causar metástase, caracterizado pelo PSA baixo. “Na vigilância ativa, o paciente diagnosticado com câncer de próstata de baixo risco é acompanhado por um urologista de 3 em 3 meses, que, através do PSA, do toque retal e de métodos de imagem, faz a vigilância do tumor”, explica o urologista do HCP, dr. Luiz Henrique. “O maior benefício trazido pelo método é evitar ou postergar o uso de procedimentos oncológicos ativos, como cirurgia de retirada da próstata ou radioterapia, os quais, muitas vezes, causam disfunção erétil e incontinência urinária”, afirma. Em outras palavras: por ser um tumor não agressivo, no lugar de ser submetido a formas convencionais de tratamento oncológico, o paciente passa a ser acompanhado por um urologista sem que isso cause grandes impactos em sua qualidade de vida.

Os estudos realizados pelo professor Laurence Klotz apontam para a eficácia do método: em 15 anos, 99% de pacientes acompanhados por vigilância ativa estavam vivos. O método é seguro até mesmo para pacientes cujo tumor apresente progressão em algum momento: “Como o paciente está sendo vigiado, caso haja progressão do tumor da próstata de baixo risco, o médico irá avaliar a melhor conduta para esse paciente”, explica dr. Luiz Henrique, que lembra importância da aceitação e compromisso por parte do paciente para um bom resultado. 

A vigilância ativa já faz parte dos protocolos do HCP. Além de capacitar e atualizar a equipe de urologia, a reunião clínica trouxe ainda mais visibilidade para o serviço de referência prestado na instituição. “A reunião foi um grande marco para o HCP. Com eventos como esse, o departamento de Urologia do HCP tem alcançado grande reconhecimento. Além disso, estamos sempre em atualização para proporcionar o melhor para nossos pacientes”, disse o médico.

 

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Em homenagem ao Dia das Mães e ao Dia Internacional da Enfermagem, comemorado no próximo dia 12 de maio, nós do HCP fizemos uma justa homenagem para nossas mamães enfermeiras. Confira histórias de algumas mulheres da nossa instituição,  que representam todas as que dedicam suas vidas a cuidar do próximo, mas que em suas casas, dedicam seu tempo para uma das profissões mais lindas e cheias de amor - ser mãe.

Ana Clara Farias (33 anos) fez uma escolha na vida. "A missão de cuidar, de olhar pelo próximo e tentar fazer a diferença na vida de alguém no momento mais difícil dessa pessoa", é assim que Ana descreve sua escolha pela enfermagem. Funcionária do HCP há um ano e quatro meses, encara seu trabalho na instituição como um de seus maiores desafios. "Aqui os pacientes e seus familiares estão no momento de maior fragilidade, devido a essa doença devastadora, mas por outro lado o clima de solidariedade, carinho e humanização faz dessa instituição um lugar abençoado e diferenciado".

Mesmo ajudando a salvar vidas em seu trabalho, é em casa que Ana diz se sentir especial. "Lá eu me sinto completa, é onde encontro a maior e melhor das missões, minha filha Luana, de cinco anos. Ela é a minha realização, me traz sensação de plenitude, é quando você entende o que é amor incondicional", relata.

Como profissional de saúde, passar por essa pandemia está sendo uma batalha para Ana. "Estou tomando todos os cuidados necessários. Minha preocupação agora é com a minha filha está se sentindo com a minha ausência, mas graças a Deus a tecnologia está ao nosso lado, e as chamadas de vídeo viraram minha principal aliada até isso tudo passar", deseja.

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"Uma das mais belas profissões que existem, por que é através dela que podemos ajudar o próximo" - é assim que Mariana Abreu (32 anos) descreve sua escolha pela enfermagem. Funcionária do HCP há cinco meses, diz que foi na instituição onde aprendeu a importância de um sorriso.  "Só tenho que agradecer a oportunidade de trabalhar aqui. Meus pacientes me mostram diariamente que uma notícia ruim não é motivo para perder a esperança e que uma coisa tão pura e singela como o sorriso no rosto pode mudar tudo. Serei eternamente grata por esse aprendizado".

Para Mariana, ser enfermeira não é fácil, mas ser mãe e enfermeira é mais difícil ainda. Com três filhos - Maria Klara (14 anos), João Gabriel (8 anos) e Marina (1 ano) - a rotina é muito cansativa, mas também muito prazerosa. "Pela nossa rotina de plantões, acabamos perdendo muitos momentos importantes, como aniversários, festas da escola, até Natais e Ano Novo, mas é recompensador quando estamos em casa todos juntos. Agora, com essa pandemia, preciso ficar distantes deles, mas sei que tudo isso é passageiro. Tenho fé em Deus que vai passar logo e poderemos ficar juntinhos novamente", fala. 

 

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Trabalhar na área da saúde sempre foi um desejo de Ana Paula Maranhão. Desde criança, gostava de ajudar e cuidar das pessoas e, quando cresceu, tornou essa vontade sua profissão. Por anos, trabalhou como técnica de enfermagem, mas quando teve a oportunidade, cursou a faculdade e, desde 2010, trabalha como enfermeira do HCP. "Sempre foi meu desejo trabalhar nesse hospital. Quando passava em frente, dizia para todos que um dia trabalharia aqui. Agora, esse sonho já é uma realidade", diz Ana.

Chegar até onde sonhou nunca foi fácil. Mãe de dois - Brenno Fernando (23) e Bianka Adrielly (18), precisou abdicar do tempo com eles para estudar e proporcionar conforto para a família. "Fiquei viúva muito cedo e precisava sustentar a casa. Graças a Deus pude contar com a ajuda dos meus pais, que ficavam com eles enquanto eu trabalhava nos plantões à noite e estudava de dia. Ser mãe foi um sonho realizado, ter filhos saudáveis foi uma glória, mas não era fácil, por que eu precisava trabalhar, mas sempre que podia, trocava os plantões para participar das festinhas deles. Hoje, meus filhos são adultos, já sou avó e podemos aproveitar mais juntos, com o conforto que batalhei muito para conseguir", lembra.

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Emmanuella Araújo (37 anos) define sua escolha pela enfermagem como sua vocação. "Sempre gostei de cuidar do meu irmão e das minhas bonecas. Quando  criança, precisei fazer uma cirurgia, e fui muito bem cuidada por uma "tia" que me disse  ser enfermeira. Depois disso, dizia a minha mãe que seria enfermeira também e aqui estou eu. Deus me honrou", lembra Emmanuella, hoje supervisora de enfermagem do HCP. "Aqui aprendi e aprendo a cada dia a importância de viver a vida e que o amor é essencial".

 

É com todo esse amor, que Emmanuella fala do filho Rafael (4 anos). "Ser mãe é amar sem limites, é ter alguém que te faça ser cada dia melhor e que renove suas energias, fazendo com que você seja mais forte e corajosa. Me preparei para ser mãe, já era enfermeira na época, mas nem por isso foi fácil, mas contei com a ajuda da minha mãe e sogra. Hoje, com a pandemia, estamos passando por momentos difíceis, estou ficando distante dele, sem beijar, sem abraçar, sem dormir agarradinhos, mas sabemos que é para nos protegermos e que logo tudo vai  passar", deseja.

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Daniele Cristine Lopes (38 anos) escolheu a enfermagem por achar bonito cuidar do próximo, mas após 10 anos de profissão, acredita que o sentimento que a faz trabalhar todos os dias seja o amor. Há sete anos na equipe HCP, acredita que foi o emprego mais desafiador, mas também o mais recompensador. "No início, trabalhar aqui foi assustador e até pensei em desistir, mas ao mesmo tempo, aqui a gente aprende a valorizar mais a vida e reclamar menos dos problemas. Você aprende que o mais importante é ter saúde para conquistar os objetivos".

Ser mãe também foi uma conquista para Daniele. "Meu filho Daniel (6 anos) foi um presente para mim, descobri a gravidez no mês do meu aniversário. Ele nasceu quando eu tinha dois empregos, foi muito corrido conciliar a enfermagem e a maternidade, mas graças a Deus eu pude contar com o apoio dos meus pais. Ser mãe é um sentimento único, é amar alguém mais do que a si próprio. Ele é quem me fortalece para persistir pelos meus sonhos. Hoje, por causa pandemia, para proteger ele e meus pais, estamos separados, mas graças as vídeos chamadas, a gente consegue matar um pouquinho da saúde e trocar aquele eu te amo, até isso tudo passar, por que logo logo vai passar.

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"Ser enfermeira muitas vezes é abdicar da sua própria família para cuidar da família dos outros", é assim que Ana Deyse Maria pessoa (40 anos) define a profissão que exerce há mais de 10 anos. Trabalhando na linha de frente contra o coronavírus, acredita que traz sua força de mãe para o trabalho. "Como muitas mães, não fujo da batalha. Durante essa pandemia, estou na missão de guerrear contra esse inimigo, o Covid-19, e tenho certeza que vamos conseguir".

 

Mãe aos 18 anos, Ana tem quatro filhos -  Gabriel (22), Kaio (17), Ana Sophia (9) e Marcelo (5), e também leva o seu amor de mãe para o seu dia a dia no hospital. "Sou a enfermeira que abraça e acalenta a família na hora de decisões que mudam nossas vidas para sempre. Esse não é o momento para isso, mas meu desejo é que tudo volte ao normal", deseja Ana Deyse.

 

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O mês de abril é, também, mês de falar sobre o câncer de testículo, tipo de tumor maligno mais comum em homens com idade entre 15 e 35 anos. Embora preocupe por acometer jovens no período de maior atividade produtiva e reprodutiva, a doença possui alta possibilidade de cura, desde que descoberta na fase inicial. Por isso, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) alerta para a importância do diagnóstico precoce, que aumenta as chances de cura em até 95%. “Precisamos falar sobre o câncer de testículo. A informação é a chave para o diagnóstico precoce, que leva à cura”, pontua o urologista do HCP, dr. Luiz Henrique.

Pouco se sabe sobre os motivos que levam ao aparecimento do tumor, que surge a partir de mutações genéticas das células do testículo, órgão de produção dos espermatozoides e da testosterona. Em razão disso, não há formas diretas de prevenção. Sabe-se, porém, que alguns fatores, como criptorquidia – condição em que o testículo do embrião se desenvolve fora da bolsa escrotal – e uso de maconha  aumentam o risco da doença. “Crianças que nascem com essa condição devem ser acompanhadas por um urologista pediátrico, que irá avaliar a melhor solução, seja cirúrgica ou clínica”, diz o médico. 

A recomendação a todos os homens – seja ou não grupo de risco – é estar atento aos sinais, que são mais facilmente reconhecidos por meio do autoexame do testículo. Como explica dr. Luiz, “É necessário que todo homem realize o autoexame para identificar nodulações e irregularidades, que podem ser indício de câncer mesmo sem apresentar dor”. Além disso, é preciso estar atento a sintomas como aumento ou diminuição do tamanho do testículo, endurecimento e dor. “Ao identificar algum sinal, o homem deve procurar um urologista o mais rápido possível”, orienta o médico, “Quanto mais cedo o câncer de testículo for descoberto, maiores são as chances de cura”, conclui. 

Foi o que fez o estudante Hugo Serpa, que, após sentir fortes dores que não cessavam na região do testículo, procurou ajuda médica e recebeu o diagnóstico da doença, em 2017, quando tinha 20 anos. No primeiro momento, o susto causado pelo desconhecimento: “Esse tipo de câncer nunca passou pela minha cabeça. Nunca tive entendimento sobre o assunto. No começo, duvidei de mim mesmo dizendo que isso não existia”, lembra. “Depois do choque, com ajuda da minha noiva e da minha família, fui buscando entender até ficar bem e solucionar o problema. Tive uma conversa com meu urologista, dr. Luiz Henrique, e ele me ajudou bastante a esclarecer as coisas”, diz o paciente, que precisou ter sua rotina de estudos e trabalho interrompida no início do tratamento, composto por orquiectomia (retirada do testículo) e sessões de quimioterapia.

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Já curado, o estudante Hugo Serpa vai ao HCP apenas para consultas rotineiras 

 

Consequências emocionais são comuns aos que recebem o diagnóstico de câncer de testículo. Como explica dr. Luiz, “É um tipo de tumor que afeta a masculinidade do paciente jovem e, muitas vezes, leva a problemas de ansiedade. Por isso, no HCP, esse paciente recebe tratamento integral, sendo acompanhado pela equipe de Psicologia”. A perda da capacidade de reprodução sexual também pode ser uma das consequências deixada pela doença, mas, de modo geral, a maioria dos homens acometidos pelo câncer são curados sem sequelas de infertilidade. “É um tumor raro e com grande potencial para cura”, explica o urologista. 

Já curado, o paciente Hugo, por exemplo, está de volta às suas atividades rotineiras. Depois de passar por um longo processo, ele deixa um recado aos homens: “Antes, eu achava que ir ao médico uma vez perdida era suficiente. Hoje, sei que temos que nos cuidar com frequência. Eu aconselho procurar um especialista o quanto antes, pois achamos que nunca vai acontecer conosco”, diz. O urologista dr. Luiz Henrique também pontua a necessidade de acompanhamento: “Todo indivíduo do sexo masculino, independente da idade, deve ser acompanhado por um urologista, que irá avaliar a saúde do homem no geral. Além disso, é importante manter hábitos saudáveis, como se alimentar bem e praticar exercícios físicos”, afirma.

 

 

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Em tempos de pandemia, a equipe de Urologia Oncológica do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) tem se reinventado e prosseguido com suas reuniões clínicas de forma online, através da plataforma Zoom. A iniciativa tem atingido grandes proporções, tornando o HCP ainda mais reconhecido como referência em urologia. Na última quinta-feira (16), por exemplo, o encontro reuniu quase 80 urologistas e contou com a presença de renomados especialistas de vários países, com o objetivo de discutir as perspectivas de uma técnica menos invasiva no tratamento do câncer de pênis, criada pelo palestrante Marcos Tobias-Machado. “A ideia é adotar esse procedimento no HCP, o que torna a aula ainda mais relevante”, explica o urologista e supervisor do Fellowship em Urologia do HCP, dr. Luiz Henrique. 

Conhecida como Video Endoscopic Inguinal Lymphadenectomy (VEIL) –  Linfadenectomia Inguinal Videoendoscópica –, a técnica apresentada consiste em remover os linfonodos da região da virilha causados pela disseminação do câncer de pênis, através de três pequenas incisões feitas com o auxílio de pinças laparoscópicas. O procedimento é menos invasivo e previne complicações e infecções pós-cirúrgicas, diminuindo a morbidade sem afetar os resultados oncológicos. Os benefícios trazidos para o paciente são muitos, visto que a técnica normalmente adotada remove os linfonodos através de uma única incisão na região inguinal que vai desde a raiz do pênis até a lateral da coxa, trazendo, muitas vezes, complicações. Com a implantação da técnica no HCP, segundo dr. Luiz Henrique, “vamos oferecer um tratamento com mais eficácia e menos risco para os pacientes”, pontua.

O encontro proporcionou, ainda, outros resultados de grande impacto para a instituição: “Com a presença de profissionais de vários países, o hospital ganhou visibilidade internacional, o serviço de referência em urologia ganhou ainda mais notoriedade”, aponta o médico. Participante do Fellowship em Urologia do HCP, para o urologista Marcos Angelim – que conquistou a única vaga para o programa após longo um processo seletivo –, um dos maiores pontos positivos do encontro foi a possibilidade de interação entre os especialistas: "A reunião clínica nos moldes de videoconferência possibilitou o contato com as maiores autoridades mundiais de vídeocirurgia avançada na área de linfadenectomia inguinal. Tivemos a liberdade de fazer perguntas, discutir aspectos técnicos e planejar atividades futuras. O serviço de urologia do HCP ganhou muito com esta atividade", disse.

Na ocasião, estiveram presentes nomes de referência, como o professor Rene J. Sotelo (EUA), o cirurgião Victor Corona-montes (México) e o cirurgião Saleh S Elbaka (Egito).

 

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