HCP Comunica

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Na última semana, o consultor do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Hospital Israelita Albert Einstein (PROADI Einstein) esteve reunido com a equipe de UTI do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) para o anúncio de mais uma consultoria. Agora, o Programa trará, também, um novo plano de ação para o hospital, cujo objetivo é reduzir o tempo de permanência dos pacientes na UTI de 13,9 para 9 dias, o que trará um ganho de 142 novos pacientes atendidos por ano.

A meta traçada pelo PROADI para a UTI do HCP representa um plus no acompanhamento feito pelo Albert Einstein na instituição. Isso porque as áreas administrativas, técnica, financeira e qualidade já haviam sido contempladas com a consultoria, cujo método consiste em realizar um diagnóstico em determinada área, identificar e priorizar as necessidades e desenvolver um plano de ação que trará bons resultados para os setores do hospital.

“O PROADI é concedido aos hospitais filantrópicos de excelência reconhecidos pelo Ministério da Saúde, e que apoiam a promoção da melhoria das condições de saúde da população brasileira. Termos sido selecionados trás um grande reconhecimento à instituição e, através da consultoria do Hospital Israelita Albert Einstein, conseguiremos obter uma excelência ainda maior para o nosso HCP”, pontuou a gerente do setor de Qualidade, Raphaela Muniz.

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Um dia inteiro de atividades voltadas para a capacitação científica e assistencial dos profissionais que compõem o quadro de residentes do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Com o tema “Em defesa do SUS”, a 1ª Jornada Acadêmica do Programa de Residência em Oncologia do HCP reuniu os residentes e gestores da área multiprofissional na última quarta-feira (18) para palestras e mesas redondas com foco na excelência do serviço prestado ao paciente. “A residência não é apenas assistencial, mas tem um cunho científico e social. Estamos em prol do hospital e da população, e o investimento em ensino, pesquisa e extensão é importante para que haja o retorno para a comunidade. Por isso, trouxemos a proposta da jornada científica”, pontuou Antônio Vasconcelos, residente de enfermagem.

A palestra magna do evento foi ministrada pelo coordenador geral de Residências em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES), Thiago Vasconcelos, que trouxe um debate sobre os progressos e dificuldades acerca dos programas de residência no Sistema Único de Saúde (SUS). “Esses eventos são importantes porque promovem o debate político sobre os avanços e desafios das residências médicas e multiprofissionais dentro do SUS. O HCP já tem uma tradição grande no Ensino e Pesquisa, direcionado para um protagonismo na atuação oncológica”, disse.

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De acordo com o coordenador da Residência Uni de Enfermagem, Roberto Bezerra, a 1ª Jornada é uma ação conjunta. “Quando o residente, a coordenação e a Secretaria de Saúde falam a mesma linguagem, há um consenso que reflete diretamente na qualidade da assistência prestada ao paciente. Além disso, os benefícios da Jornada são muitos, entre eles, ampliar a ação acadêmica e científica”, afirmou.

A 1ª Jornada Acadêmica é uma realização dos Programas de Residências do HCP em parceria com os residentes e apoio da Rede Feminina de Combate ao Câncer e do Instituto Profissional de Saúde e Educação (IPSE). “O evento foi excepcional. Sempre é bom atualizar os profissionais e trazer novidades para o ambiente de trabalho. Os residentes fizeram um excelente evento em prol da educação e saúde”, pontuou o presidente do IPSE, Jonathan Thallys.

 

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Iniciada em novembro de 2018, a campanha Troco Solidário, idealizada pela rede de supermercados Arco-Mix, realizou sua décima doação ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), nesta segunda-feira (09). Foram R$ 49.210,66 referente ao arrecadado no mês de agosto nas 19 lojas da rede e no atacarejo ArcoVita. O valor doado será utilizado para compor a quantia necessária para a compra de uma impressora 3D, destinada ao serviço de próteses reabilitadoras, no setor de odontologia do HCP. Na ação, os operadores de caixa estimulam os clientes a doarem as moedas do troco ou, se preferirem, outro valor. A quantia doada é discriminada na nota fiscal, garantindo a legitimidade da campanha ao colaborador.

Para Cristina Paraiso, funcionária do Atacarejo ArcoVita, no shopping Costa Dourada, o Troco Solidário representa uma ajuda o próximo. “É uma satisfação poder colaborar com uma instituição tão importante. Ninguém sabe o dia de amanhã. Hoje ajudamos quem está lá, mas amanhã a gente pode precisar do HCP e dessa ajuda”, lembra. Cristina está na rede Arco-mix há três meses, mas foi uma das colaboradoras que mais arrecadou no mês de agosto.   

 

 

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A Superintendência de Ensino e Pesquisa do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) confirmou a participação da instituição no Dinter, Programa de Pós-Graduação Interinstitucional em Medicina Translacional com a Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP/EPM, na modalidade doutorado. O processo seletivo, que terá no próximo dia 23 de setembro, disponibilizará 10 vagas na área de Ciências da Saúde, concentração em Medicina Translacional. O início das atividades acadêmicas está previsto para novembro, com duração máxima de 48 meses. 

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Atualmente o Estado não possui uma pós-graduação stricto sensu em oncologia voltada para o estudo de diversos tipos de neoplasias. Com esse doutorado, aumenta as chances de inserção dos centros de referência em oncologia da rede SUS de Pernambuco no cenário do ensino e de pesquisa em câncer no país e no mundo. “A incursão do HCP no seguimento de medicina translacional aplicada na área de Oncologia representa um importante passo para essa Instituição e para a capacidade de pesquisa em saúde do estado de Pernambuco”, destaca o doutor Guilherme Costa, assessor da Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP.

A coordenação do DINTER UNIFESP/HCP ficará com a Professora Dra. Dulce Elena Casarini (UNIFESP) e a Professora Dra. Leuridan Cavalcante Torres (HCP). “Essa parceria reforça a importância da formação de novos doutores na instituição como parte do planejamento estratégico do HCP, cujos objetivos principais são qualificar os profissionais e formar massa crítica de docentes para criação do programa de pós-graduação stricto sensu na área de oncologia no HCP (mestrado e doutorado)”, acrescenta Dr. Guilherme. 

Links do edital: 
Data Link
21.10.2019 [ERRATA] EDITAL
11.10.2019 [ERRATA] CALENDÁRIO DO EDITAL
05.09.2019 EDITAL

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O mês de setembro procura trazer um alerta para profissionais de saúde, pais e a sociedade em geral sobre um importante tema, o câncer infantil. A campanha Setembro Dourado, incentivada pelo Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) e várias instituições de referência no tratamento contra a doença, busca estimular a detecção precoce do câncer, que aumenta as chances de cura e minimizar possíveis sequelas físicas e psicológicas. Apesar de raro, representando de 1% a 3% de todos os tipos de câncer em qualquer idade, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), 12.500 jovens devem ter tido a doença em 2018, ocasionando 2.704 mortes. 

Os cânceres são as principais causas de morte por doença entre 0 a 19 anos, atrás apenas das causas externas, os acidentes. Porém, se identificado no início, essa realidade pode mudar e as chances de cura são de quase 80%. Perda de peso contínua e inexplicável, dores de cabeça com vômito de manhã, inchaço ou dor persistente nos ossos ou articulações, protuberância ou massa no abdômen, pescoço ou qualquer outro local, desenvolvimento de uma aparência esbranquiçada na pupila do olho ou mudanças repentinas na visão, febres recorrentes não causadas por infecções, hematomas excessivos ou sangramento, geralmente repentinos, palidez perceptível ou cansaço prolongado – são alguns sintomas de doenças mais comuns, mas que podem identificar o aparecimento do câncer. “É necessário que as crianças tenham o seu desenvolvimento acompanhado por um profissional de saúde durante toda sua infância e juventude, assim eles podem identificar quando esses sintomas não estão relacionados com doenças comuns da infância, como viroses e resfriados”, destaca o oncologista pediátrico do HCP, Dr. Tadeu Calheiros.  

Diferente do câncer em adultos, que afeta as células que recobrem os diferentes órgãos, o câncer nas crianças geralmente atinge as células do sistema sanguíneo e os tecidos de sustentação. Mundialmente, a leucemia corresponde à maioria dos casos, seguido pelo tumor cerebral. Tumor de Wilms (afeta os rins), retinoblastoma (afeta as células que formam a retina), neuroblastoma (tumor fora do cérebro), Rabdomiossarcoma (câncer de partes moles – músculos), tumores do Sistema Nervoso Central, tumores ósseos e linfoma são os cânceres infanto-juvenis mais recorrentes. “Diagnosticado o tipo da doença, o tratamento começa imediatamente. Dependendo da extensão do caso, o paciente pode passar por cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou a junção de ambos. Independente do tipo de tratamento, ele deve ser realizado de forma integrada com a equipe multiprofissional (enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas, entre outros), que auxiliam nas possíveis alterações físicas e emocionais que podem ocorrer no tratamento”, explica Dr. Tadeu.

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Uma parceria que vai consolidar ainda mais o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) como centro de referência em Ensino e Pesquisa foi firmada com o Hospital dos Servidores do Estado (IPSEP). Fruto do investimento em excelência e qualidade, o convênio entre as instituições objetiva a cooperação em projetos na área do ensino e da pesquisa, bem como o início de novos programas de residência, e foi marcado por uma visita do IPSEP ao departamento de Cuidados Paliativos do HCP no último dia 7.

Na ocasião, estiveram presentes Andrea Paula, gerente de enfermagem do IPSEP e Leidjane Virães, coordenadora de cuidados integrados do IPSEP, que visitaram o Hospital-Dia, modelo de cuidado focado na assistência integral dos pacientes que estão em cuidados paliativos, com a proposta de conhecer o projeto e implantá-lo no Hospital dos Servidores. “Achei que o modelo é dinâmico e possibilita qualidade da assistência e resolutividade em vários segmentos. A proposta de tratar o paciente enquanto ele está em casa, com a família envolvida no processo, reflete na melhoria dele”, pontuou Leidjane. Para o coordenador do Serviço de Cuidados Paliativos do HCP, dr. Fábio Malta, que apresentou o funcionamento do setor às visitantes, “É uma parceria científica que visa construir uma troca de conhecimento entre as duas instituições. Então é um convênio bem promissor e que traz ganhos em aprendizado, assistência e formação de novos profissionais para ambas”.

Também estiveram presentes a coordenadora de Residência Multiprofissional, Roberta Farias, e o assessor da Superintendência de Ensino e Pesquisa, Guilherme Costa. “O convênio vai fortalecer a residência de ambas as instituições, que só vão ganhar com o termo de cooperação”, pontuou Roberta. De acordo com  dr. Guilherme Costa, “A parceria vai fortalecer o HCP tanto em assistência ao paciente, quanto em pesquisa. Quando as duas áreas caminham juntas, possibilitamos os dados que comprovam a excelência do nosso serviço”.

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No modelo do Hospital Dia, o paciente recebe um atendimento personalizado e focado na desospitalização feito pela equipe multidisciplinar, que traça um plano terapêutico específico de acordo com a necessidade dele. No HCP, o serviço funciona desde maio de 2017, e, atualmente, atende cerca de 200 pacientes em cuidados paliativos assistidos a nível ambulatorial.

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Com foco na qualidade na formação de novos profissionais e na excelência em ensino e pesquisa, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) realizou, nos últimos dias 6 e 13 de agosto, o Primeiro Curso para Preceptores/Tutores dos Programas de Residência do HCP. O evento aconteceu na biblioteca e foi uma oportunidade de construção de conhecimento e integração para os enfermeiros, fonoaudiólogos, nutricionistas, médicos, psicólogos, fisioterapeutas, farmacêuticos e assistentes sociais que formam a equipe de Residência da instituição.

O curso foi ministrado pelos coordenadores dos Programas de Residências do HCP, Roberta Farias e Roberto Bezerra, que iniciaram a programação com uma dinâmica na qual os termos “trabalho em equipe”, “inovação” e “união entre residentes e tutores” foram escolhidos pelos participantes para definir a experiência de aprendizagem no hospital. Para o Coordenador do Programa de Residência Uni de Enfermagem, Roberto Bezerra, “O curso tem como objetivo qualificar o colegiado de preceptores e tutores do HCP com foco nas metodologias ativas, permitindo mais dinâmica aos programas de residência da instituição, garantindo ferramentas aos profissionais e proporcionando um ensino de excelência”.

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) implantou as Seis Metas Internacionais de Segurança do Paciente, estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A ação tem o objetivo de promover melhorias na assistência à saúde dentro das instituições hospitalares que fazem internamento no mundo. São elas: identificação correta do paciente (Meta 1), melhorar a comunicação entre os profissionais de saúde(Meta 2), melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração dos medicamentos  (Meta 3), assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e paciente certo (Meta 4), higienizar as mãos para evitar infecções  (Meta 5) e reduzir risco de quedas e úlceras por pressão (Meta 6).

No HCP, para a execução de cada meta, foram criados protocolos, fluxos que norteiam e gerenciam as ações que contribuem para o sucesso na implantação das metas. "Todos os profissionais envolvidos passaram por treinamento, através da Educação Continuada, ferramenta utilizada pela Gerência de Qualidade do HCP para compartilhar e capacitar os colaboradores", destaca Renata Gomes Galindo, coordenadora do gerenciamento de risco. Os documentos foram baseados no protocolo oficial, criado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que controla, no Brasil, a aplicação das metas nos hospitais.

Para a implantação da Meta 1, por exemplo, os pacientes do HCP passaram a usar pulseiras brancas informativas (com dados pessoais), indicando o setor de atendimento, assim como os acompanhantes, que também passam a usar pulseiras coloridas, que permitem o acesso às dependências hospitalares. Para melhorar a comunicação entre os profissionais de saúde (Meta 2), foi criado um fluxo interno para o repasse das informações diárias, prevenindo  eventos adversos decorrentes de falhas nos processos de comunicação. Para a Meta 3, garantindo uma melhor administração dos medicamentos,  etiquetas coloridas passam a destacar os medicamentos controlados, de alta vigilância e refrigerados, minimizando possíveis eventos adversos à segurança dos pacientes, seja no preparo, na distribuição ou na aplicação dos remédios. "Além dos medicamentos segregados por cores, foi implantado o protocolo para pacientes alérgicos, onde é utilizada uma pulseira para identificar esses pacientes, com a finalidade de promover práticas seguras na assistência, identificando grupos de risco de alergia, proporcionando assim condições adequadas ao atendimento hospitalar, estabelecendo prevenção e principalmente adequado tratamento frente a reações graves e com risco de vida", destaca Raphaela Muniz, gerente de qualidade. 

A implantação do protocolo da Meta 4 teve como objetivo adotar medidas visando aperfeiçoar a comunicação entre os profissionais envolvidos, possibilitando, assim, o aumento da segurança na realização de procedimentos cirúrgicos, no local correto e no paciente correto, por meio do uso da Lista de Verificação de Cirurgia Segura desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde – OMS.  Evitar a transmissão de infecções, de forma direta e indireta, através da higienização das mãos, faz parte das ações estimuladas diariamente dentro do HCP. Como forma de intensificar essa importante atitude, a campanha ADORNO ZERO foi retomada, além do aumento do quantitativo de dispensadores de álcool 70% e sabão em toda a instituição. Visando a efetividade desta ação (Meta 5), também foi realizada a aplicação de adesivos com o passo a passo da lavagem das mãos em todos os dispensadores, além de adesivos sobre a não utilização de adornos.

Por fim, para a Meta 6, com o objetivo de reduzir a ocorrência de queda de pacientes nos setores de internamento  e os danos decorrentes dela, o protocolo indicou medidas que contemplem a avaliação de risco do paciente na sua admissão no hospital e após procedimentos, e a garantia do cuidado multiprofissional em um ambiente seguro. Já o protocolo de prevenção de úlcera por pressão (UPP) também foi criado para prevenir outras lesões da pele. "Ambos os protocolos promovem iniciativas para educação do paciente, familiares e profissionais de saúde", acrescenta Raphaela.

A implantação das seis Metas OMS firmam a proposta institucional do HCP, que visa reconhecimento pela qualidade no atendimento oncológico para pacientes do SUS, com ênfase em sustentabilidade e satisfação dos usuários. Atualmente, o HCP obtém 31% dos leitos oncológicos de Pernambuco, é responsável por realizar 48% das cirurgias de mama, 75% das cirurgias de cabeça e pescoço do estado. A instituição ainda possui serviços próprios de quimioterapia (4.140 ao mês) e radioterapia (11.469 ao mês), além de oferecer a única urgência exclusivamente oncológica (1.254 atendimentos ao mês).

 

<<< Confira aqui o edital >>>

 

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Profissionais de saúde do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), já podem ter acesso ao edital do novo Dinter - Programa de Pós-Graduação Interinstitucional em Saúde Integral com o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira – (IMIP), na modalidade doutorado. As inscrições para o preenchimento das oito vagas acontecerão até o dia 18 de outubro, já as atividades acadêmicas estão previstas para novembro de 2019, com duração de 48 meses.

Para a conclusão do Dinter, os futuros doutores em Saúde Integral precisarão atingir a carga horária exigida no Programa, entre aulas teóricas e práticas, ministradas no IMIP ou HCP, além de pesquisas nas áreas clínicas, epidemiológicas e translacionais do tratamento contra o câncer. Isso aumenta as chances de inserção dos centros de referência em oncologia da rede SUS de Pernambuco no cenário do ensino e de pesquisa em câncer no país e no mundo.

O Doutorado Interinstitucional (Dinter) tem como objetivo formar recursos humanos de modo a ampliar a titulação dos docentes da instituição parceira, garantindo o mesmo padrão de qualidade do doutorado do IMIP.  "A realização do Dinter com o HCP é muito importante para as duas instituições, uma vez que estamos qualificando os recursos humanos em saúde integral  e em particular na oncologia, e que irá impactar o Sistema Único de Saúde do nosso Estado", afirmou a superintendente de Ensino e Pesquisa do IMIP, Dra. Afra Suassuna.

O Dinter IMIP/HCP terá o IMIP, como instituição promotora, por meio da sua diretoria de Ensino  na pessoa do Prof.  Dr. João Guilherme Bezerra Alves e coordenação da Prof.ª Dra. Júlia Mello; já o Hospital de Câncer de Pernambuco, como instituição receptora, fica sobre a supervisão do Dr. Guilherme Costa, assessor da superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP. 

O programa propõe-se a formar Doutores que atuarão fortemente na consolidação do ensino, da pesquisa e da assistência à saúde. "Essa parceria reforça o planejamento estratégico do HCP, através da Superintendência de Ensino e Pesquisa, na formação de doutores e de um colegiado na instituição que possibilite futuramente a criação do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu na área de oncologia do próprio Hospital de Câncer de Pernambuco (mestrado e doutorado)", explica Dr. Guilherme Costa, assessor da superintendência de Ensino e Pesquisa. Atualmente o nordeste não possui uma pós-graduação Stricto Sensu em oncologia voltada para o estudo de diversos tipos de neoplasias. 

 

Data Link
21.10.2019 [ERRATA] EDITAL
19.08.2019 EDITAL

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Começa mais um mês e o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) inicia uma nova campanha de conscientização contra o câncer - o “Agosto Verde Claro”, um mês inteiro de alerta para a detecção precoce do linfoma, um tipo de câncer que se desenvolve no sistema linfático (sistema de defesa do organismo, responsável pela circulação dos glóbulos brancos, que atuam no combate das doenças causadas por vírus e bactérias). Esse tipo de câncer ganhou destaque após as personalidades Edson Celulari e Reynaldo Gianecchini, e a ex-presidente Dilma Rousseff serem atingidos pela doença.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer de Pernambuco (INCA), 12.710 pessoas foram acometidas pela doença em 2018, sendo 6.850 homens e 5.860 mulheres, desse total, 4.956 pessoas vieram a óbito. Esse quantitativo representa a soma de acometidos pelos dois grupos de linfomas, Linfoma de Hodgkin e Linfoma não Hodgkin. “O linfoma ocorre quando uma célula normal do sistema linfático se transforma, cresce sem parar e se dissemina pelo organismo. A célula afetada, o comportamento e a agressividade desses linfomas os classificam como Linfoma de Hodgkin, 85% dos casos são curáveis se detectados precocemente, e Linfoma não Hodgkin, mais agressivo, tipo que atingiu os atores Edson Celulari e Reynaldo Gianecchini, e a ex-presidente Dilma Rousseff . Nos dois tipos, o diagnóstico precoce pode garantir o sucesso no tratamento, por isso é imprescindível atenção aos sintomas”, destaca a coordenadora do Serviço de Hematologia do HCP,  Danielle Padilha. Surgimento de ínguas (caroços na região do pescoço), sudorese noturna, perda de peso, febre e coceira na pele são os principais sinais de alerta. 

Alteração no sistema imunológico é o principal fator de risco para o aparecimento da doença, nesse caso, pessoas com infecções crônicas, doenças autoimunes e deficiências imunológicas têm maior propensão a desenvolver linfoma – ou seja, pessoas infectadas pelo vírus HIV, de Epstein-Barr e HTLV1 e pela bactéria Helicobacter pylori, pessoas que fizeram tratamento para outro tipo de câncer e transplante de órgão. “Fatores como a exposição a radiação, dieta com muita carne e gorduras, sedentarismo e exposição a agentes químicos, como fertilizantes e solventes, também são relacionados como fatores de risco para o linfoma”, alerta a médica do HCP Danielle Padilha.

O tratamento mais utilizado para o linfoma é a quimioterapia, porém, em casos mais agressivos, onde o paciente não reage bem à quimioterapia, e em alguns tipos de linfomas não Hodgkin é necessário o transplante de medula óssea e, até mesmo, a radioterapia. Entre 2018 e maio de 2019 foram diagnosticados 220 casos de linfoma no HCP, todos do tipo Linfoma não Hodgkin, forma mais agressiva da doença. 

 

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